
O Governo de São Paulo antecipou o início da vacinação pessoas com mais de 80 anos em todo Estado. Mas, agora a atenção está voltada principalmente para quem precisa tomar a segunda dose da vacina, que obrigatoriamente deve ocorrer dentro de 28 dias.
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Algumas cidades do Vale do Paraíba cobraram o governo na semana passada para que forneça novas doses, que, segundo informações, seriam insuficientes nos maiores municípios da região.
Regiane de Paula, coordenadora do Plano de Imunização contra Covid-19 do Estado de São Paulo, afirma que algumas cidades ficaram sem a segunda dose, porque optaram por diminuir o espaço de tempo de aplicação. Por isso, a orientação é que todas as regiões mudem essa estratégia e passem para 28 dias exatos, assim poderão seguir o cronograma de abastecimento do Estado.(Confira a reportagem no final do texto)
Algumas cidades já passaram, por conta própria, para imunização de novas faixas etárias. A coordenadora do Plano de Imunização explica que isso é perigoso, já que em caso de atraso no fornecimento, o município corre o risco de ficar sem estoque.
De um lado, pessoas estão felizes pela imunização, por outro, umas estão preocupadas. Conselhos de enfermagem, Ministério Público e polícia investigam denúncias contra profissionais de saúde que não aplicaram a vacina contra Covid-19 corretamente. O caso ficou conhecido como “vacinas de vento” e indignação. Regiane de Paula orienta que quem se sentir lesado ou notar algo errado, que entre em contato com a ouvidoria do município e do Estado.
Em meio a fake news, incertezas e medo, o mais correto é se informar nos sites ou meios oficiais disponíveis à população, isso porque muitos estão acreditando em negacionistas, que criam teorias para que as pessoas não tomem a vacina. A coordenadora do Plano de Imunização do Estado orienta a população.
Vale lembrar que a vacina NÃO irá modificar o DNA dos seres humanos, que ela NÃO faz parte de uma conspiração de Bill Gates e que voluntários dos testes NÃO morreram por terem se submetido ao uso das vacinas. Informe-se em locais oficiais, como o site da Secretaria de Saúde do Estado, para saber quais são as famosas “Fake News”, no saude.sp.gov.br.
Ouça a reportagem clicando no player de áudio abaixo: