A Polícia Rodoviária Federal (PRF), apreendeu nessa quarta-feira (09), uma carga de equipamentos eletrônicos em um veículo, na altura do Km117, da Rodovia Presidente Dutra (BR-116), no trecho de Taubaté. A ação dos agentes ocorreu durante uma fiscalização da PRF, após ser dada ordem de parada a um veículo modelo Hyundai/HB20 com três ocupantes.
Durante a fiscalização e conferência dos equipamentos de uso obrigatórios, a equipe da PRF encontrou 50 unidades de Tables novos e lacrados no porta-malas do veículo.
Indagado sobre a origem dos aparelhos, o condutor do veículo, um homem de 43 anos, disse aos policias que havia comprado os aparelhos eletrônicos em Ciudad del Este, no Paraguai por aproximadamente R$ 25 mil. Além disso, o homem confirmou que não fez o devido pagamento dos impostos para a entrada da mercadoria no país, e que a compra dos itens era para atender a uma licitação de produtos de informática, que sua empresa havia vencido na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
APolícia Rodoviária Federal (PRF) emitiu nota oficial referente à prisão do ex-diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques, ocorrida na manhã desta quarta-feira (9), em Florianópolis (SC). Segundo a nota, a PRF acompanha o cumprimento de mandados de busca e apreensão determinados pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, no âmbito da Operação ‘Constituição Cidadão’.
O Corregedor-Geral da PRF, Vinícius Behrmann, acompanha a operação, desde o início da manhã, na Sede da Polícia Federal, em Brasília. A PRF informou que também colabora com as autoridades que investigam as denúncias de interferência do ex-diretor-geral no segundo turno das eleições para a Presidência da República, em 30 de outubro de 2022, com o fornecimento de dados referentes ao trabalho da instituição, como o número de veículos fiscalizados e multas aplicadas nas rodovias federais.
Investigação própria
Paralelamente às investigações no STF, foram abertos três processos administrativos disciplinares, no âmbito da PRF, para apurar a conduta do ex-diretor-geral. Os procedimentos foram encaminhados à Controladoria-Geral da União (CGU), órgão com competência para apurar a conduta do ex-diretor-geral da PRF.
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