
As famílias brasileiras fizeram mais compras em supermercados entre janeiro e abril deste ano do que no mesmo período do ano passado. É o que o que revelam números divulgados perla Abras, a Associação Brasileira de Supermercados. O aumento foi de 2,1%. Vale destacar que, segundo a associação, a cesta com os 35 produtos mais consumidos em supermercados ficou mais cara quarto mês deste ano.
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A alta média na passagem de março para abril foi de 0,53%. Com isso, o preço médio nacional da cesta composta pelos alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza mais consumidos fechou o mês de abril em R$ 751,29, contra R$ 747,35 do mês anterior.
Entre os produtos que ficaram mais caros nos supermercados, destaque para o tomate, o leite longa vida, o feijão a batata, a farinha de mandioca e os ovos. Já em relação aos produtos que ficaram mais baratos, os recuos mais expressivos foram nos preços da cebola, do óleo de soja e da margarina.
Vale citar também o frango congelado, o pernil e a carne bovina. Aliás, quem consome carne vermelha vem percebendo a queda: em 12 meses, os preços dos cortes bovinos nos supermercados acumulam queda de 11%
*Rádio 2
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Diferença do preço de tarifas entre um banco e outro chega a quase 500%
Tarifas bancárias chegam a custar quase 500% mais caro de um banco para o outro. Por regra, os bancos devem oferecer aos correntistas quatro pacotes com os mesmos serviços. E o Procon de São Paulo analisou os custos desses serviços padronizados em seis das principais instituições financeiras do país: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú, Safra e Santander.
Foram considerados valores vigentes em 2 de junho de 2022 e em 4 de maio deste ano. Os valores que serviram de base para a comparação foram coletados nos próprios sites das instituições financeiras. O órgão de defesa do consumidor constatou que, entre o ano passado e este ano, todos os bancos que fazem parte da pesquisa aumentaram o valor de suas tarifas