(Foto: Divulgação/GESP) Governo de SP autoriza editais
O Governo de São Paulo autorizou a abertura de editais para contratação de 5,6 mil novos policiais militares. A medida foi assinada na manhã desta segunda-feira (10), pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) no Palácio dos Bandeirantes.
Segundo o governo, ao todo serão abertas 5.400 vagas para o cargo de Soldado PM 2ª Classe (que devem ser distribuídas em dois editais) e 200 vagas para alunos-oficiais. O próximo passo será a abertura de edital, para que os interessados possam se inscrever para a realização da prova. A abertura do concurso deve respeitar a suficiência orçamentária e os preceitos legais.
As etapas seguintes incluem seleção dos candidatos, nomeações e posse. Após todas as fases concluídas, os aprovados devem iniciar o curso de formação.
Concursos em andamento
Para a Polícia Militar já estão em andamento dois editais para contratação de outros 5,4 mil soldados de 2ª classe, cujo as etapas serão concluídas até dezembro deste ano. O governo também destacou o efetivo em formação nas Academias com mais de 1,7 mil policiais militares, sendo que destes 1.047 são soldados e 735 alunos-oficiais.
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Polícia Federal realiza operação para investigar desvio de verbas federais em Potim
Durante as investigações, iniciadas em novembro de 2022, a PF verificou que uma empresa prestadora de serviços de saúde foi contratada indevidamente, por meio de dispensas de licitação, além de ter vencido, na mesma municipalidade, pregões em que foram constatados indícios de direcionamento do certame.
As investigações apontam também um sobrepreço de 43% nos serviços médicos contratados, mediante celebrações de sucessivos aditivos contratuais, sem respaldo legal. Os agentes também informaram que os sócios da empresa contratada, segundo relatórios de inteligência financeira, possuem movimentações financeiras atípicas, desproporcionais as atividades exercidas.
A Polícia Federal cumpriu quatro mandados de busca e apreensão, incluindo diligências nas Secretarias de Administração e de Saúde do município. Os policiais federais cumpriram as determinações judiciais, expedidas pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região.
Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por contratação direta fora das hipóteses previstas em lei; fraude a licitação, em razão de uso de meio fraudulento que tornou injustamente mais onerosa para a Administração Pública a proposta ou a execução do contrato; falsidade ideológica e peculato.
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