CBN Inovação: Inteligência Artificial já chegou no ‘mundo prático’; Chat GPT é um exemplo

Mão robótica próxima de tocar em mão humana. CBN Inovação: Inteligência Artificial já chegou no mundo prático
(Imagem: Pexels)      mundo prático

Houve uma explosão de produtos novos e interessantes no mercado nos últimos anos, e se você está procurando a solução certa de criação de conteúdo e escrita de I.A. (Inteligência Artificial) para suas necessidades, pode ser bastante impressionante.

• Leia mais notícias da região clicando aqui

Para o colunista do quadro CBN Inovação, Agliberto Chagas, a Inteligência Artificial (I.A.) já chegou no mundo prático, ou seja, essa ferramenta já está presente em vários segmentos, inclusive, em nosso ambiente jornalístico. Confira o que disse o colunista nesta terça-feira (7), e o impacto que essa inovação pode causar no dia a dia das pessoas.

I.A. no Jornalismo ?

Para o colunista, está cada vez mais acirrada a importância de criação de conteúdo, tanto para revistas, jornais, e principalmente nas Redes Sociais, que despertem cada vez mais o interesse dos leitores/internautas. E é justamente aí que entra a Inteligência Artificial.

Um dos exemplos citados por Agliberto, é sobre o denominado Chat GPT, que é um algoritmo baseado em inteligência artificial. A ferramenta foi criada por um laboratório de pesquisas em inteligência artificial dos EUA chamado OpenAI, com sede em San Francisco.

No Chat GPT o usuário digita palavras-chave sobre um determinado assunto, e a plataforma lhe fornece um texto praticamente pronto, acerca do assunto sugerido. Mesmo assim, o texto produzido pela I.A. não é infalível, sendo recomendado que se utilize, além do bom e velho olhar da interpretação humana, usar uma outra ferramenta, APP ou plataforma especializada em identificar plágios, para se certificar de que o documento não é uma cópia de outro material já publicado, e que muitas vezes possuem registros de propriedade intelectual, como livros, o que pode evitar processos jurídicos.

Neste link, estão listados algumas ferramentas que fazem esse tipo de leitura e que podem evitar problemas futuros para quem utiliza uma I.A. para a geração de textos diversos.

Para Agliberto, algumas dessas inteligências artificiais têm produzido conteúdos que chegam a surpreender, do ponto de vista de conteúdo, gramatical e até mesmo lógica. 

Algoritmos nascem de pessoas. Qual a interferência?

A I.A. não funciona a partir daquilo que pensa o criador do algoritmo, ou seja, não leva, ou não levaria em conta, suas ideologias, sejam elas políticas, religiosas, etc, diz o especialista.

Essa inteligência, segundo Agliberto, faz uma captura de informações e compilações de textos, como ponto de partida, e não a partir das convicções intelectuais de seu criador. Sendo assim, é possível que o usuário utilize diversos filtros para que o resultado de sua busca, produza um texto que esteja mais de acordo com sua necessidade, a partir de diversas fontes.

I.A. na área médica    mundo prático

Outra inovação citada na entrevista, e que já está bastante avançada na área da saúde, é o uso da I.A., que pode armazenar diversas práticas médicas, como tratamentos e receitas aplicadas por um grande número de profissionais da saúde, e com isso, identificar as práticas mais comuns e eficazes para a emissão de receituário para determinada patologia.

E o universo de possibilidades não para por aí. Até mesmo no campo jurídico já é possível vermos a I.A. colaborando para analisar as inúmeras leis e processos jurídicos, contribuindo para análises de processos tanto na área cível e criminal, por exemplo.

Filtros e Fake News

O professor Agliberto Chagar finalizou seu comentário, alertando que mesmo com os benefícios que podem ser alcançados com a I.A., muita coisa ruim também pode ser produzida com o objetivo de induzir e enganar as pessoas. Exemplo disso, são os robôs, maldosamente programados para levar fake news às redes sociais, com objetivo de atacar a reputação de um adversário, seja ele político, pessoa física ou até mesmo, empresas.

Daí a importância de termos os órgãos de regulação sempre atentos à velocidade que o mundo cibernético vem trazendo essas novidades, e sabê-las combater prontamente e com das devidas punições previstas em lei.

Ouça o podcast completo de Agliberto Chagas:

mundo prático