Rodrigo Pacheco é reeleito presidente do Senado

 

Rodrigo Pacheco é reeleito presidente do Senado
(Foto: Reprodução/Agência Senado)              Pacheco é reeleito

Rodrigo Pacheco (PSD) foi reeleito presidente do Senado na noite desta quarta-feira (1/02), após receber 49 votos ainda no 1º turno.

• Leia mais notícias da região clicando aqui

Pacheco, senador eleito por Minas Gerais derrotou Rogério Marinho (PL), do Rio Grande do Norte, e que recebeu 32 votos.

Marinho, ex-ministro de Bolsonaro, teve o apoio nos bastidores da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que esteve presente no Congresso para angariar votos ao aliado do ex-presidente, Jair Bolsonaro (PL), mas sem sucesso.

Já Pacheco contava com o apoio da maioria dos partidos, inclusive do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Com a vitória garantida, Rodrigo Pacheco comandará o Senado por mais dois anos.

Saiba mais

Senadores tomaram posse nesta quarta-feira (01); Três parlamentares disputam a presidência da Câmara

Os 27 senadores eleitos em outubro do ano passado tomaram posse nesta quarta-feira (1) no plenário do Senado. A posse ocorreu na chamada reunião preparatória para a primeira sessão legislativa. Nas eleições passadas um terço da Casa foi renovado. 

• Leia mais notícias da região clicando aqui

Os outros dois terços serão renovados em 2026. Cada um dos 27 senadores eleitos no ano passado firmaram, em poucas palavras, seu compromisso com o país e com seus estados. Foi uma sessão curta, de ritos protocolares, e durou cerca de meia hora.

Alguns senadores eleitos foram escolhidos pelo presidente Lula para compor o primeiro escalão do governo. Flávio Dino (PSB-MA) foi escolhido ministro da Justiça; Wellington Dias (PT-PI) é o novo ministro do Desenvolvimento Social; Camilo Santana (PT-CE), o ministro da Educação; e Renan Filho (MDB-AL), ministro dos Transportes.

Segundo a Constituição, o parlamentar que assume cargo de ministro não perde o mandato no Congresso Nacional. Logo após serem empossados como senadores, os quatro devem retornar aos ministérios e deixar as cadeiras com os suplentes de cada chapa.

Em seguida começará a segunda reunião preparatória, destinada à eleição do presidente do Senado. O mandato do presidente, que também responde pela Presidência do Congresso Nacional, é de dois anos. Concorrem ao cargo o atual presidente, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), Rogério Marinho (PL-RN), que acabou de ser empossado, e Eduardo Girão (Podemos-CE).

Presidência da Câmara dos Deputados

Três candidatos disputarão a eleição para presidente da Câmara dos Deputados. A votação só será iniciada quando houver, pelo menos, 257 deputados registrados no plenário.

O deputado Arthur Lira (PP-AL) é o favorito para se reeleger ao cargo de presidente da Câmara. O parlamentar é o representante do bloco de 21 partidos, que reúne 496 congressistas: PT, PL, União Brasil, PP, MDB, PSD, Republicanos, PSDB, Cidadania, Podemos, PSC, PDT, PSB, Avante, Solidariedade, Pros, Patriota e PTB.

O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) também disputará a vaga de presidente da Casa e é apoiado pela federação formada pelo seu partido e Rede, que reúnem 14 deputados. O outro candidato é o deputado Marcel Van Hatten (Novo-RS), que tem o apoio de sua sigla – atualmente com três parlamentares.

A sessão será presidida pelo deputado Átila Lins (PSD-AM), o mais idoso dentre os que têm mais mandatos (nove, ao todo). A Mesa Diretora é composta por sete cargos fixos e quatro suplências.

Para os demais cargos, registraram candidatura os seguintes deputados: 1ª vice-presidência:  Marcos Pereira (Republicanos/SP); 2ª vice-presidência: Sóstenes Cavalcante (PL/RJ) e Luciano Vieira (PL/RJ), como avulso; 1ª secretaria: Luciano Bivar (UNIÃO/PE); 2ª secretaria: Maria do Rosário (PT/RS); 3ª secretaria: Júlio Cesar (PSD/PI);  4ª secretaria: Lucio Mosquini (MDB/RO). Os candidatos à suplência são: André Ferreira (PL/PE), Gilberto Nascimento (PSC/SP), Beto Pereira (PSDB/MS).

A apuração é realizada por cargo, iniciando-se pelo presidente da Câmara. Para ser eleito, o candidato precisa de maioria absoluta dos votos em primeira votação ou ser o mais votado no segundo turno. Depois de eleito o novo presidente, serão apurados os votos dos demais integrantes da mesa diretora: dois vice-presidentes, quatro secretários e quatro suplentes.

*Agência Brasil