
O Sindicato dos Petroleiros de São José dos Campos (Sindipetro) afirmou em nota, que ao menos 40 mil litros de petróleo cru teriam vazado de um tanque de armazenamento da Revap (Refinaria Henrique Lage), na tarde desta quarta-feira (26).
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O Sindipetro também cobra da Petrobrás informações e participação na apuração das causas do acidente. Segundo o sindicato o óleo vazou do tanque TQ- 41004, ultrapassou o dique de contenção e caiu em uma canaleta, após colher informações com os petroleiros. O sindicato afirma que ainda não recebeu informações oficiais da empresa, e por isso não é possível afirmar a extensão dos danos causados pelo vazamento.
O que a Petrobras diz:
“A Petrobras informa que na última quarta-feira (26/10) foi identificado vazamento em tubulação de petróleo na área de tancagem da Refinaria Henrique Lage (Revap). O produto vazado ficou restrito ao interior do dique de contenção do tanque, sistema projetado com esta finalidade.
O vazamento foi eliminado, sem nenhum impacto às pessoas, meio ambiente ou instalações. A causa e volume vazado estão em apuração, conforme procedimento específico.”
A CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), Agência Ambiental de São José dos Campos, também foi informada, pela REVAP, de um vazamento ocorrido nesta quarta-feira (26), em uma das suas linhas. O produto, um tipo de óleo, ficou contido no sistema de contenção.
A Agência Ambiental solicitou para REVAP um relatório técnico detalhado e deve proceder uma vistoria no local.
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VÍDEO: Obra na rodovia Rio-Santos é finalizada em Ubatuba
A concessionária CCR RioSP concluiu a obra no km 33,8 da BR-101 (Rio-Santos), na região da praia de Itamambuca, em Ubatuba. O local foi um dos 450 pontos danificados pelas chuvas que atingiram os 270 km da rodovia, em abril desse ano.
Nesta quarta-feira (26), a empresa responsável pela gestão da rodovia finalizou a aplicação de nova sinalização de solo, e liberou o local para o tráfego de veículos.
A obra foi dividida em três etapas. As duas iniciais consistiram na aplicação de nata de cimento no talude; na sequência, foi realizado o serviço
de solo grampeado, que consiste na perfuração e inserção de barras de aço com injeção e calda de cimento no corpo do talude, com objetivo de solidarizar o maciço. Por fim, as equipes de obra e de engenharia da CCR RioSP fizeram a recomposição do talude que cedeu, com aplicação de rachão – pedra compactada – e manta de geotextil na região atingida interditando parte da pista.