Joe Biden perdoa todas as pessoas condenadas por posse de maconha nos EUA

Presidente Joe Biden
(Foto: Agência Brasil/Joe Biden perdoa condenados por posse de maconha)

O Presidente dos Estados Unidos Joe Biden anunciou, nesta quinta feira (6), o perdão de todos os casos de condenação por posse de maconha no país, por legislação federal. A medida contempla cerca de 6.500 pessoas condenadas entre 1992 e 2021, além de outros milhares sentenciados no Distrito de Columbia, capital dos EUA. 

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A ação faz parte das medidas de governo anunciadas durante as eleições pelo democrata, que pretende descriminalizar a maconha em todos os estados do país. Atualmente, dos 50 estados, apenas 20 têm o uso recreativo da planta liberado. Já o uso medicinal é permitido em 38 estados.  

Em suas redes, Biden encorajou os demais governadores de estado a seguirem seus passos para acabar com a “abordagem fracassada” no combate às drogas. O Presidente ainda ressaltou que as atuais políticas prejudicam pessoas pardas e negras, condenadas desproporcionalmente pela posse em relação às pessoas brancas. 

No entanto, a descriminalização depende da aprovação do Congresso Federal. Às vésperas das eleições gerais, Câmara e Senado terão seus ocupantes renovados. 

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Estados Unidos liberam documentos sigilosos sobre 11 de setembro

O Bureau Federal de Inteligência dos Estados Unidos (FBI, na sigla em inglês) divulgou no sábado (11) o primeiro documento relacionado à investigação dos ataques de 11 de setembro de 2001 e às alegações de apoio do governo saudita aos sequestradores, após uma ordem executiva do presidente norte-americano, Joe Biden.

Parentes das vítimas haviam pedido a Biden que não comparecesse aos eventos memoriais para marcar o 20º aniversário no sábado caso ele não divulgasse os documentos que eles afirmam que mostram que autoridades da Arábia Saudita apoiaram os atentados.

Com 16 páginas, o documento parcialmente editado e divulgado pelo FBI expôs contatos entre os sequestradores e associados sauditas, mas nenhuma evidência de que o governo em Riade foi cúmplice dos ataques, que mataram quase três mil pessoas. A Arábia Saudita afirma que não teve nenhum papel nos ataques.