Felicio Ramuth explica os próximos passos para o 2º Turno das eleições

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(Foto: Marcelo Rocha/CBN Vale/Felicio Ramuth explica)

A chapa Tarcísio-Felicio venceu o petista Fernando Haddad em 31 das 39 cidades do Vale do Paraíba, nas eleições gerais do último domingo (2). Os dois seguem na disputa rumo ao Palácio dos Bandeirantes, no 2º Turno no próximo dia 30.

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O candidato a vice-governador do estado, Felicio Ramuth (PSD) foi entrevistado pela Rádio CBN Vale, nesta quarta-feira (5) e explicou como serão os planos para o 2º turno. Segundo Felicio, uma das estratégias de campanha é demonstrar para o eleitor que “onde o PT colocou a mão, deixou muito ruim” e ainda completou que, “os dois governos do PT na região, foram os piores da história… é mostrar a realidade e a vida como ela é”.

Ainda sobre a estratégia de campanha, o ex-prefeito confirmo que a chapa deve manter o mesmo plano de visitação a cidades com Tarcísio e Felicio se deslocando pelo estado para cobrirem o maior número de praças possíveis.

Nesta quarta-feira foi programado um encontro de prefeitos da RMVale e Litoral Norte que irão declarar apoio à chapa de Felicio para o 2º turno das eleições.

“São amigos, colegas de prefeituras. Fiquei feliz em tê-los ao nosso lado”.

Na RMVale, apenas três candidatos à cadeira de deputado foram eleitos. São eles, o deputado estadual Dr. Elton (PSC) que irá para o seu primeiro mandato, a deputada Letícia Aguiar (PP), reeleita para a Alesp, e o deputado federal Milton Vieira (Republicanos), reeleito.

Eduardo Cury

O ex-prefeito lamentou o fato de o deputado federal Eduardo Cury (PSDB) não ter conseguido se reeleger. “a região poderia ter eleito mais candidatos […] lamentavelmente não reelegemos o Cury, que é um bom deputado Federal”. Ainda, segundo Felicio o fato de Cury não ter sido reeleito, deve-se muito por questões dentro do próprio partido.

“a quebra do PSDB e a não reeleição de Eduardo Cury se deve a diversos fatores. Como a questão: Dória, Pandemia, a não renovação do partido”.

Felicio encerrou a entrevista fazendo um paralelo entre as campanhas do PT e de sua coligação. Primeiro, considerou errado o PT ter fechado a Av. Paulista, em São Paulo como se já estivesse certa a vitória de Fernando Haddad e de Lula à presidência da república.

Além disso, criticou a militância petista como se fosse possível a esquerda ganhar no 1º turno, e exaltou os apoios recebidos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) e pelos governadores das três principais regiões eleitorais do país, São Paulo (Rodrigo Garcia-PSDB), Minas Gerais (Romeu Zema-Novo) e Rio (Claudio Castro-PL).

“É uma sequência de erros. Por um outro lado, vemos Bolsonaro com humildade falando com o Zema, Rodrigo Garcia, Castro, fazendo uma declaração equilibrada na TV, não questionou as urnas.”

Completou dizendo, “Portanto, uma sequência de erros e quem comete muitos erros em uma eleição, geralmente perde.”.

Felicio também foi questionado caso seja eleito, sobre quais seriam algumas das principais ações para o estado de São Paulo:

  •  Educação;
  •  Segurança Pública;
  • Cracolândia.