
Nesta segunda-feira (15), a comentarista do quadro CBN Mercado de Trabalho, Karla Clarinda, falou no programa CBN Vale 1ª Edição, sobre o desenvolvimento comportamental na equipe.
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Numa empresa, cada colaborador tem uma função determinada a ser desempenhada e é capacitado para exercê-la. O engenheiro civil é formado em engenharia, a analista de rh é formada em recursos humanos, e o assessor de comunicação formado em jornalismo – pelo menos é assim que deve ser.
Para que cada um dos funcionários de uma empresa esteja pronto para ocupar determinado cargo, é necessário que eles estejam aptos, e é isso o que deve ocorrer quando eles se capacitam com um curso superior ou técnico. Todo mundo preparado, certo? Nem tanto. Por enquanto estamos falando das hard skills. Mas, e as soft skills?
Desenvolvimento comportamental
Antes de prosseguir, vamos relembrar quais são as diferenças entre as hard e as soft skeels. As hard skills são habilidades que podem ser aprendidas e quantificadas. Em outras palavras, elas são tangíveis. Já as soft skills são competências subjetivas, muito mais difíceis de avaliar. Também são conhecidas como habilidades com pessoas ou habilidades interpessoais, porque elas estão atreladas aos relacionamentos pessoais.
Isto posto, por que não ter uma atenção especial com o aprimoramento das soft skills entre seus colaboradores? Mesmo que não seja um curso tradicional, você pode incutir neles conceitos sobre atitude, comunicação, resolução de conflitos, tomada de decisão e empatia, dentre outras soft skills.
E, se você conta com colaboradores que já possuem as soft skills, valorizem-nos, pois além deles melhorarem o ambiente e jogarem junto em prol do negócio, podem contagiar os colegas que não tem tanto comprometimento com suas atividades. Assim como uma “laranja podre” pode contaminar o ambiente negativamente, o bom colaborador pode contagiar os menos engajados.
Ouça o podcast com Karla Clarinda: