
Nesta quinta-feira (14), o comentarista do quadro CBN Política Regional, Hélcio Costa, falou ao programa CBN Vale 1ª Edição, sobre a “dança das cadeiras” das eleições ao governo de São Paulo.
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A eleição em São Paulo está na fase da dança das cadeiras. Na semana passada, a música parou no baile pelo Palácio dos Bandeirantes, graças às artimanhas de Gilberto Kassab (PSD), deixando Felicio Ramuth (PSD) de pé. Acabou vice de Tarcísio de Freitas.
No segundo seguinte, a música parou de novo. Quem ficou de pé? Márcio França. Virou candidato a senador e seu partido, o PSB, vai apoiar o PT de Fernando Haddad. E assim vai afunilando a briga.
Sai mais alguém até o dia da eleição? Se sair, será alguém do terceiro pelotão, cuja interferência direta na briga é muito pequena. Restam, de fato, três na disputa: Haddad e Tarcísio, já citados, e Rodrigo Garcia, atual governador do Estado.
Dizem que eleição para governador não é eleição de largada, mas, sim, de chegada. A frase é boa, mas vale, na prática, para qualquer eleição. O que importa é o Dia D. Até lá, Tarcísio e Rodrigo vão brigar pela vaga no segundo turno contra Haddad.
A troca de farpas já começou, com Rodrigo lembrando que Tarcísio é um carioca que caiu aqui de paraquedas; e com Tarcísio tentando colar João Doria na testa de Rodrigo. A briga tem valido, até agora, boas risadas.
A tendência, no entanto, é que ela vire briga de foice no escuro. Tem gente que aposta que, quem for para o segundo turno dos dois –Tarcísio ou Rodrigo, Rodrigo ou Tarcísio– será o futuro governador, graças à rejeição ao PT no interior. Não sei. É cedo ainda. Mas uma coisa é certa: será uma eleição interessante de acompanhar.
Será que mais alguém vai ficar de pé, quando a música parar de tocar?
Falando em música…
A região tem sido um grande salão de festa. Haddad já circulou por aqui, Rodrigo Garcia veio a Jacareí e Taubaté nesta terça-feira (12) e Tarcísio não deixa para trás: veio à Expo Agro Jacareí e volta na semana que vem, dia 21, para uma série de eventos, inclusive o “SP em Debate”, realizado pela ACI de São José dos Campos. É pouco ou quer mais?