
O ex-prefeito de São José dos Campos e pré-candidato do Governo de São Paulo, Felicio Ramuth (PSD), pode ser o vice de Tarcísio de Freitas (Republicanos), na corrida eleitoral ao Palácio dos Bandeirantes.
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A informação foi compartilhada pelo jornalista Guilherme Amado, do jornal Metrópoles, nesta quarta-feira (22).
Segundo a publicação, após uma reunião entre membros dos dois partidos, ficou acertado que o PSD de Gilberto Kassab irá indicar Felício Ramuth, para ser vice na chapa de Freitas.
Outra discussão em andamento é a possibilidade de Gilberto Kassab ser indicado para concorrer como primeiro suplente do jornalista José Luiz Datena (PSC), ao Senado Federal.
Detalhe importante na negociação, é que a aliança seguirá somente em âmbito estadual, o que não deve se refletir no apoio do PSD ao presidente Jair Bolsonaro em âmbito nacional.
Afinal, Felicio aceitou ser o vice de Tarcísio de Freitas?
Felicio Ramuth já manifestou diversas vezes que vários partidos já o convidaram para formar chapa para a disputa ao governo de São Paulo, sendo ele o possível indicado para ser vice-governador.
Porém, o ex-prefeito mantém o discurso de que seguirá com a sua pré-candidatura.
Recentemente, na reunião regional do PSD, realizada em no último dia 11, na Câmara de SJC, Ramuth voltou a negar outro boato, de que o PSB de Márcio França, também pré-candidato do governo paulista, teria interesse em ter o ex-prefeito de São José dos Campos como vice na chapa.
A possível aliança entre PSD e Republicanos chama a atenção, devido às críticas que Felicio Ramuth vem fazendo em relação à candidatura de seu (por enquanto) concorrente do governo, o ex-ministro da infraestrutura do governo Bolsonaro, Tarcísio de Freitas.
Em suas entrevistas, Felicio tem criticado “aqueles que mudam de domicílio eleitoral, apenas com o objetivo de concorrer às eleições por São Paulo“, em referência direta a Freitas, devido a polêmica gerada em relação ao seu verdadeiro endereço registrado na justiça eleitoral
Tarcísio apresentou no TSE comprovante de endereço em São José dos Campos, e disse que o órgão não julga apenas o endereço físico, mas uma série de questões, como “laços afetivos e profissionais“.