Operação da Vila Cruzeiro deixa 23 mortos, diz Polícia Civil do Rio

Operação da Vila Cruzeiro deixa 23 mortos, diz Polícia Civil do Rio
(Foto: Reprodução/Vila Cruzeiro)

A Polícia Civil do Rio confirmou a morte de 23 pessoas na operação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar, da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Federal (PF) na Vila Cruzeiro, no conjunto de favelas da Penha, zona norte do Rio, na terça-feira (24).

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Mais cedo, a polícia tinha divulgado o número de 26 mortos, mas três corpos que estavam no Instituto Médico-Legal (IML) eram de pessoas que tinham morrido em consequência de um confronto no Morro do Juramento, no bairro de Vicente de Carvalho, também na zona norte da cidade.

Segundo o IML, somente um dos corpos levados para o órgão ainda não foi identificado, porque aguarda confirmação oficial. “Dezoito (18) foram liberados pelo IML e cinco (5) aguardam liberação. Em todos os corpos foram realizados exames de necropsia e de papiloscopia para confirmar as identificações e esclarecer as circunstâncias das mortes”, informou a Polícia Civil.

Entre os corpos identificados está o da cabeleireira Gabrielle Ferreira da Cunha, de 41 anos, que foi vítima de um tiro dentro de casa, na comunidade da Chatuba, vizinha ao conjunto de favelas da Penha. Segundo a Polícia Militar, não havia operação naquela localidade e Gabrielle foi atingida por um tiro de arma de longo alcance.

As investigações estão a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) que instaurou inquéritos.

Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Militar, nesta quinta-feira (26) não há operações na região da Penha. “O trabalho da Polícia Militar no Complexo da Penha é manter a estabilização do terreno, assim como o funcionamento dos projetos sociais e equipamentos públicos que lá existem”, afirmou.

*Informações Agência Brasil

                                                                         Vila Cruzeiro

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VÍDEO: aluno de 14 anos é apreendido com arma de brinquedo dentro da escola na zona sul de São José

Nesta quinta-feira (25), um aluno, de 14 anos, foi apreendido com uma arma de brinquedo na Escola Estadual Professor Ayr Picanço Barbosa de Almeida, na zona sul de São José dos Campos. No vídeo que circula nas redes sociais é possível ver o aluno com a pistola na cintura. (veja acima)

Segundo a PM (Polícia Militar), por volta das 9h28 policiais militares da 2ª Cia do 46º BPM/I receberam denúncia em que o aluno, menor de idade, estaria com uma arma de fogo dentro da mochila, na escola que fica no bairro Bosque dos Eucaliptos. 

A equipe de Ronda Escolar foi até o local e conseguiu localizar o aluno com a arma de brinquedo que imitava uma pistola semiautomática. A arma e o menor foram apreendidos.

O estudante foi encaminhado à Delegacia de Polícia da Infância e Juventude  (DIJU), onde o caso foi registrado. Os pais do adolescente foram acionados e, após depoimento, ele foi liberado.

O que diz a Secretaria de Educação

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informou em nota para a CBN Vale que repudia toda e qualquer forma de agressão e de incitação à violência dentro ou fora das escolas. A Pasta esclareceu que a gestão escolar tomou ciência do caso e acionou Ronda Escolar que tomou as medidas cabíveis. Os responsáveis pelo aluno foram chamados à escola para uma reunião e foi feito Boletim de Ocorrência.

O caso será inserido na Plataforma Conviva SP – Placon, que acompanha o registro de ocorrências escolares na rede estadual de ensino. A escola coloca à disposição do estudante o atendimento pelo Programa Psicólogos na Educação, se autorizado por seus responsáveis. O aluno seguirá acompanhando as aulas remotamente via Centro de Mídias de São Paulo, sem prejuízo para o aprendizado.