
Neste domingo (15), o ex-BBB Rodrigo Mussi, de São José dos Campos, escreveu uma carta e postou a foto em suas redes sociais ao lado de sua mão direita, ainda com as pulseiras do hospital. Essa é a primeira aparição do brother, após o acidente de carro que sofreu no dia 31 de março, em São Paulo.
• Leia mais notícias da região clicando aqui
Na carta aberta, Rodrigo Mussi disse que ele é um milagre e que não está vivo atoa. Leia a carta na íntegra abaixo:
“Aqui é o Rodrigo, vocês dizem que eu sou um milagre e eu acredito que não estou vivo atoa. Ainda estou assimilando tudo. Obrigado Deus por me dar uma nova chance, uma nova vida e um livro novo em branco nas mãos para escrever novas histórias.
Agora eu faço aniversário 2 vezes por ano.
Lembrem-se somos abençoados para abençoar
Em breve estou de volta”, finalizou.
Relembre o acidente de Rodrigo Mussi
Rodrigo Mussi recebeu alta do Hospital das Clínicas em São Paulo no dia 28 de abril, após quase um mês de internação. Desde então ele passa por processo de recuperação e faz fisioterapia na reabilitação intensiva em uma clínica hospital.
O ex-participante do Big Brother Brasil 22, estava em um carro de aplicativo que se chocou contra um caminhão na madrugada do dia 31 de março, na Marginal Pinheiros, em São Paulo. Ele sofreu múltiplas lesões no corpo, incluindo traumatismo craniano.
À polícia, o motorista de aplicativo disse que dormiu ao volante antes da batida. Ele foi autuado por lesão.
Investigação
A Polícia Civil de São Paulo concluiu na investigação que o motorista de aplicativo Kaique Reis, de 24 anos, foi imprudente. Segundo delegado Júlio César dos Santos Geraldo, que presidiu o caso, o inquérito apontou excesso de jornada de trabalho do motorista, e que a empresa de aplicativo de transporte não promoveu a devida fiscalização no tempo de serviço de Kaique.
A polícia apontou ainda que durante vários dias o motorista cumpriu longas jornadas de trabalho, o que contribuiu para que Kaique provocasse o acidente com o ex-BBB.
O motorista de aplicativo não foi indiciado criminalmente porque lesão corporal culposa é considerado um crime de menor potencial ofensivo.