Crescem no Brasil as mortes violentas de pessoas LGBTI+; gays e travestis são principais vítimas

Crescem no Brasil as mortes violentas de pessoas LGBTI+; gays e travestis são principais vítimas
(Foto: Reprodução)

Cresce no Brasil o registro de mortes violentas de pessoas LGBTI+.

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Um relatório produzido por meio do Observatório de Mortes e Violências contra pessoas LGBTI+ revela que, no ano passado, pelo menos 316 pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas intersexo foram mortas de forma violenta.

Esse total representa um aumento de 33% em relação ao que foi notificado um ano antes, em 2020. Praticamente 83 em casa 100 casos foram homicídios, num total de 262 ocorrências.

26 foram suicídios, houve também 23 latrocínios, que são os roubos seguidos de morte, e 5 mortes violentas por outras causas.

O dossiê é feito com base em registros dos casos noticiados em notícias de jornais, portais eletrônicos e redes sociais. São casos de violências que ocorreram em diferentes ambientes: via pública, cárcere, local de trabalho e ambiente doméstico.

A análise dos perfis mais violentados revela que os dois grupos mais afetados são homens gays e as travestis e mulheres trans – juntos, eles foram vítimas de 9 em cada 10 casos de morte violenta de LGBTI+ registradas no ano passado.

Mulheres lésbicas, homens trans e pessoas transmasculinas aparecem na sequência.

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