
A Câmara de São José dos Campos aprovou nessa terça-feira (3) uma moção para repudiar a política adotada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), em relação aos povos indígenas.
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Segundo a moção, apresentada pela vereadora Amélia Naomi (PT), uma “consequência” dessa política de Bolsonaro foi “a tragédia ocorrida com uma menina indígena da tribo Yanomami, de 12 anos”, que segundo relatos da comunidade morreu após ser estuprada por garimpeiros que exploram ilegalmente a região.
Bolsonaro
Na moção, Amélia aponta que o governo Bolsonaro “tem sido alvo de uma enxurrada de ações civis públicas do MPF (Ministério Público Federal) para que dê andamento a processos de demarcação de terras indígenas e proteção a povos isolados pelo país”.
A vereadora do PT conclui, no documento, que existe a “necessidade da retomada das operações de fiscalização, construção de bases de proteção etnoambiental e mudanças nos procedimentos adotados por órgãos fiscalizadores, conforme apontado pelo Ministério Público Federal”.
Votada em plenário, a moção foi aprovada com seis votos contrários. O documento será enviado pela Câmara para o presidente da República.
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PT e PSB devem seguir com candidaturas próprias ao governo de SP, diz Fernando Haddad
O pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT (Partido dos Trabalhadores) Fernando Haddad, concedeu entrevista ao jornal CBN São José dos Campos e Vale nesta terça-feira (3) falando de suas propostas caso seja eleito governador, nas eleições de outubro de 2022.
Haddad, que vem liderando as últimas pesquisas de intenções de voto, também vem aparecendo como o candidato mais rejeitado, seguido por Márcio França (PSD) e Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Para o ex-prefeito de São Paulo, o PT sempre teve uma rejeição histórica entre 25% e 30%, algo que deve se repetir nessas eleições. Já em relação a um de seus principais adversários, o ex-ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Feitas, Haddad acredita que por ser menos conhecido que o presidente Jair Bolsonaro (PL), Tarcísio deverá aumentar seus índices de rejeição com o início das campanhas oficiais.