São José registrou aumento de quase 40% no número de estupros em 2022

São José registrou aumento de quase 40% no número de estupros em 2022
(Foto: Polícia Civil)

O número de mortes violentas cresceu na região do Vale do Paraíba, nos primeiros três meses de 2022, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP), divulgados nesta semana (25). número de estupros

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Entre janeiro e março deste ano, 95 pessoas foram vítimas de homicídio doloso, 9,2% a mais que o registrado no mesmo período do ano passado, quando 87 pessoas perderam a vida pelo mesmo crime. Já o latrocínio, que é o roubo seguido de morte, teve queda no primeiro trimestre com 3 casos registrados neste ano contra 5 no ano passado, o que representa queda de 40%.

São José dos Campos

A cidade apresentou queda no número de mortes violentas desde janeiro até março deste ano, 10 registros de homicídio doloso contra 8 em 2021, redução de 20% nas ocorrências. Também houve 1 latrocínio em São José neste ano, o que não havia acontecido no mesmo período do ano passado.

Estupros

Ao todo, foram registrados 32 casos de estupros segundo os dados da SSP, contra 23 em 2021, o que representa um aumento de 39,13%. Foram 10 casos comuns em 2022 contra 4 em 2021, alta de 150%.

Já o estupro contra vulneráveis (menores e adolescentes), o número também é preocupante, houve aumento de 15,79% no número de ocorrências, de 19 em 2021, contra 22 casos neste ano.

Roubos e furtos

Já em relação a roubos e furtos de veículos, os números de ocorrências despencaram. Em 2021 foram registrados 71 roubos de veículos contra 55 neste ano, queda de 22,54%.

Os roubo de cargas também caíram em São José. Foram 8 casos registrados no ano passado, entre janeiro a março, e 2 ocorridos em 2022, retração de 75%.

Na contramão, estão os casos de veículos furtados que cresceram neste primeiro trimestre, com 292 registros contra 191 em 2021, aumento de 52,88%.

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Dona de escola acusada de torturar crianças chega ao presídio feminino de Tremembé

A responsável pela escola infantil Colmeia Mágica, indiciada por tortura e maus-tratos contra crianças na capital foi transferida nesta quinta-feira (28) para a Penitenciária Feminina 1 de Tremembé (SP). torturar crianças

Fernanda Serme foi presa em Mogi das Cruzes na segunda-feira (25) e estava detida na cadeia de Itaquaquecetuba até ser transferida para Tremembé. O presídio é conhecido por receber detentas ligadas a crimes de grande repercussão, como Suzane von Richtofen, Elize Matsunaga e Anna Carolina Jatobá.

Com a chegada de Fernanda Serme à P1 feminina de Tremembé, ela passa pelo procedimento de ficar 20 dias isolada antes de passar a conviver com as demais presas. Na Penitenciária 1 ela vai ficar em uma cela de 9 metros quadrados.

A irmã de Fernanda e diretora da escola, Roberta Regina Serme, continua foragida. Ambas negam as acusações de atar os alunos com camisas de força e deixá-las no banheiro.

Histórico

Na quarta-feira (27), o Tribunal de Justiça de São Paulo indeferiu o pedido de prisão domiciliar de Fernanda. Após a decisão judicial, a defesa da dona da escola informou ao g1 que entraria com pedido de habeas corpus.

O pedido de prisão domiciliar foi feito pela defesa de Fernanda na terça-feira (26) ao Departamento de Inquéritos Policiais (Dipo) do Tribunal de Justiça de SP. A pedagoga de 37 anos tem um filho menor de idade que depende dela, segundo o advogado de defesa.

Na terça, a investigada passou por uma audiência de custódia que determinou a manutenção da prisão preventiva.

Fernanda e Roberta, além da auxiliar de limpeza Solange da Silva Hernandez, de 55 anos, foram responsabilizadas criminalmente por suspeita de participarem de castigos aos alunos da unidade escolar que choravam ou se recusavam a se alimentar.

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