Polícia Civil de Cruzeiro aguarda entrega de suspeitos de crimes entre facções

Polícia Civil de Cruzeiro aguarda suspeitos de crime se entregarem
(Foto: Reprodução/Polícia Civil)

A Polícia Civil de Cruzeiro segue na busca por cinco suspeitos de pertencerem a facções criminosas e de cometerem assassinatos entre grupos rivais na cidade.

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De acordo com a polícia, os criminosos costumam publicar na internet, em páginas de trocas e vendas em Cruzeiro, fotos dos rivais que estão sendo procurados para o acerto de contas. As fotos são novamente postadas com a marcação de um ‘X’ na foto, quando a vítima já teria sido assassinada.

O desentendimento entre os rivais teria iniciado com trocas de provocações, até evoluir em assassinato, segundo policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Cruzeiro, que disseram também que advogados combinaram com a polícia que dois dos suspeitos estariam se apresentando na delegacia, nesta segunda-feira (7) para prestarem depoimento.

Na semana passada, a polícia divulgou os nomes dos suspeitos e os crimes a eles atribuídos:

Bruno Correia ( 1 homicídio e 1 tentativa de homicídio); Eduardo Florentino (2 homicídios). Ambos são do bairro Itagaçaba.

João do Nascimento (1 homicídio); Nicolas da Silva (1 homicídio e roubo); Thales Henrique Almeida (3 homicídios). Os três procurados são do bairro Vila Loyola.

A briga entre os criminosos teria iniciado nos bairros Vila Batista e Vila Romana, antes de seguir para outros pontos da cidade, mas com o mesmo objetivo, a disputa de poder na cidade.

Ainda, segundo a polícia, a justiça determinou a abertura dos mandados de prisão após as investigações apontarem os nomes dos cincos suspeitos que seguem como procurados. Segundo as investigações, cada grupo passou a utilizar os meios digitais para anunciar os nomes dos próximos ‘a cair’, segundo a gíria utilizada pelas facções criminosas.

Eles usariam então, páginas no Facebook para anunciar e provocar o medo nos grupos rivais, e até mesmo, pedir informações sobre o paradeiro daqueles que estão na lista de ‘procurados’. Isso tem criado, segundo a polícia, um círculo vicioso de busca por vingança, o que tem provocado o medo nos moradores de Cruzeiro.