
Com a volta das restrições de circulação impostas em vários estados brasileiros por conta da pandemia de Covid-19 retorna também uma rotina mais digital para milhões de brasileiros, em especial as crianças. Pela primeira vez na história, a pandemia acontece com amplo acesso a meios digitais, o que possibilita a manutenção de serviços essenciais, como a educação e parte do trabalho que pode ser feito no sistema remoto.
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De forma geral, é preciso entender como o nosso cérebro funciona quando falamos de atividades on-line. Luciano Galvão, especialista em Ginástica para o cérebro do SUPERA de São José dos Campos, exemplifica que a capacidade de aprendizagem continua a mesma, o que muda é o modo de operação, ou seja, o jeito de executar uma tarefa e, até para isso é preciso mudar alguns hábitos, para manter os mesmos resultados do presencial.(ouça a reportagem ao final do texto)
Apesar do professor também ser um grande aliado ao aprendizado, os pais precisam incentivar e acompanhar o dia a dia do aluno. O primeiro passo, segundo o especialista, é acordar e não ir direto para frente do computador e, sim, fazer todo um ritual matinal para em seguida começar a aula online, além de tirar toda a distração em volta do aluno.
Luciano Galvão ainda discorre sobre importantes dicas que podem ajudar qualquer aluno, como não ter preguiça de anotar o que o professor fala e o que surgiu de dúvida durante a aula, além de treinar o cérebro para manter a atenção, procurando fazer intervalos programados.
Além dessas dicas, existem outras estratégias que o especialista pontua, como: saber que errar e acertar fazem parte do processo; ser pontual; criar desatenção; não fazer várias coisas ao mesmo tempo e aprender a reconhecer as dificuldades. No começo pode ser difícil, porém, como tudo na vida, à medida que o tempo passa vai ficando cada vez mais fácil.
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