Homem de 28 anos é morto a tiros dentro de condomínio em Jacareí

viatura da polícia civil; feirante foi ferido a tiros em guaratinguetá
Foto: Reprodução / SSP

Um homem de 28 anos foi morto a tiros na madrugada desta terça-feira (11), dentro de um condomínio no Jardim Yolanda, em Jacareí. A vítima foi identificada como Állefy Domingues Maciel de Oliveira.

Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta de 0h33, após moradores relatarem disparos de arma de fogo e a presença de uma pessoa caída nas proximidades do número 600 da Rua Julieta de Mancilha Passos.

Os policiais chegaram ao local e encontraram Állefy caído no chão, com ferimentos aparentemente provocados por disparos. O Samu foi acionado, mas o médico constatou a morte da vítima ainda no endereço.

A perícia identificou cinco perfurações no corpo. Também foram encontradas escoriações. O laudo necroscópico deverá apontar a causa da morte, além de esclarecer o número de disparos, as trajetórias e os possíveis pontos de entrada e saída dos projéteis.

Até o momento, não foram identificadas testemunhas presenciais do crime. Moradores ouvidos pelos policiais também não souberam informar quem efetuou os disparos, quantas pessoas participaram da ação ou se algum veículo foi utilizado.

A Polícia Civil iniciou buscas por imagens de câmeras de segurança do condomínio e de outros pontos próximos. Também foi levantada a fotografia de uma pessoa que possivelmente esteve com a vítima antes do crime.

Um telefone celular foi encontrado no bolso da vítima. A polícia também localizou um papel com um número de telefone e identificou a fotografia associada ao contato no WhatsApp. O material foi recolhido e incluído na investigação.

A vítima foi identificada inicialmente por meio do sistema de reconhecimento facial Muralha e posteriormente teve a identidade confirmada pelos investigadores.

A arma utilizada no assassinato não foi localizada. A autoria e a motivação permanecem desconhecidas.

O caso foi registrado como homicídio consumado e encaminhado à unidade policial responsável pela área. A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) também participa das diligências para identificar o autor e esclarecer as circunstâncias do crime.

Mandado de prisão

Durante as consultas aos sistemas policiais e judiciais, os investigadores constataram que Állefy possuía um mandado de prisão civil relacionado ao não pagamento de pensão alimentícia.

De acordo com o boletim, não há, até o momento, qualquer elemento que relacione essa ordem judicial ao homicídio. A informação também não é considerada indício de autoria ou motivação do crime.