Rodrigo Pastana é o novo diretor executivo do São José EC

Rodrigo Pastana. Foto: Victor Ferreira/ECV

O São José EC anunciou oficialmente na manhã desta sexta-feira (15) a contratação de Rodrigo Pastana como novo diretor executivo de futebol. Aos 50 anos, o dirigente chega para liderar a gestão do departamento de futebol e participar do planejamento da sequência da temporada 2026.

Natural de São Paulo, Pastana é formado em Direito e atua há mais de 15 anos como executivo no futebol brasileiro. Segundo o clube, ele desembarca em São José dos Campos na próxima semana.

Além disso, o executivo já iniciou o processo de integração no clube. O São José informou, por meio de nota, que Pastana conheceu profissionais da comissão técnica e do Núcleo Integrado de Saúde e Performance (NISP).

O dirigente é reconhecido pelo perfil técnico e estratégico. Sua metodologia de trabalho prioriza integração entre gestão, comissão técnica e análise de desempenho. Ao mesmo tempo, ele utiliza dados para análise de mercado, montagem de elenco e valorização das categorias de base.

Além disso, segundo o clube, a filosofia do novo diretor também busca a formação de equipes mais intensas e competitivas dentro de campo.

Por fim, ao longo da carreira, Rodrigo Pastana acumulou passagens por clubes tradicionais do futebol brasileiro. Entre eles estão Criciúma, Figueirense, Paraná, Coritiba, Guarani, Cruzeiro, Vitória e Botafogo, último clube antes do acerto com a Águia do Vale.

Além disso, Pastana soma cinco acessos nacionais no currículo, sendo dois da Série C para a B e três da B para a A: Grêmio Barueri (2008), Criciúma (2012), Figueirense (2013), Paraná (2017) e Coritiba (2019).

Primeira passagem

Na prática, essa será a segunda passagem de Pastana pela Águia do Vale. Ele foi gerente de futebol no início da Série A-2 de 2012, quando Robertinho da Padaria era o presidente do clube.

No entanto, ele saiu no meio do campeonato, quando o time fazia campanha ruim e lutava contra o rebaixamento. Naquele ano, o São José enfrentava dificuldades financeiras e limitação para contratar jogadores.