Segundo a sentença, os jurados entenderam que parte dos réus participou diretamente do homicídio e do sequestro. O Ministério Público denunciou ao menos seis pessoas. As penas passam de 20 anos de prisão, em regime inicial fechado. Além disso, a decisão aponta que o grupo agia de forma organizada e com divisão de funções.
De acordo com as investigações da Delegacia de Homicídios de São José dos Campos, membros do PCC levaram Douglas enquanto ele trabalhava. Em seguida, o grupo o submeteu ao chamado “tabuleiro”, uma espécie de julgamento ilegal.
O corpo do jovem apareceu em 1º de setembro de 2022, na Estrada do Capuava, na região sul da cidade. A perícia identificou vários disparos de arma de fogo. Segundo a polícia, os criminosos deram ao menos oito tiros, alguns na cabeça.
Ainda conforme a investigação, Douglas era suspeito de um crime sexual. Por isso, o grupo decidiu executá-lo após o julgamento clandestino. Antes da sentença atual, a Justiça decretou a prisão preventiva dos envolvidos. Agora, o caso entra na fase de cumprimento das penas e possíveis recursos.