
O verão começa neste domingo (21), exatamente às 12h03, com a ocorrência do solstício de verão no Hemisfério Sul. Assim, a estação mais quente do ano seguirá até 20 de março de 2026. Além disso, o solstício marca o dia mais longo do ano, quando o Sol atinge o ponto mais distante do Equador celeste ao sul, o que resulta em mais horas de luz e temperaturas mais elevadas.
Neste domingo, o Estado de São Paulo amanheceu com tempo estável e temperaturas amenas. No entanto, em áreas do litoral, houve formação de nevoeiro nas primeiras horas do dia. Em seguida, com o aquecimento solar, esse fenômeno se dissipou. Ao longo do dia, o sol aparece entre poucas nuvens, porém, devido ao calor, podem ocorrer pancadas isoladas de chuva. No Vale do Paraíba e no Litoral Norte, as temperaturas variam entre 25 °C e 32 °C, enquanto, em outras regiões do estado, os termômetros podem chegar a 34 °C. As informações são da Defesa Civil do Estado de São Paulo.

Verão 2025/2026 começa com 6 horas de “atraso”; entenda o porquê
Além do início do verão, chama atenção o horário do solstício. Neste ano, a estação começou cerca de seis horas mais tarde em comparação ao verão anterior. Isso acontece porque o ano civil não coincide exatamente com o tempo real da volta da Terra ao redor do Sol. Por isso, a cada ano, solstícios e equinócios “atrasam” algumas horas, e o ano bissexto apenas corrige parte dessa diferença. Assim, o verão pode começar de madrugada, pela manhã ou, como agora, ao meio-dia.
Independentemente do horário, o verão é marcado por calor mais intenso e mudanças rápidas no tempo. Portanto, são comuns chuvas fortes, rajadas de vento, granizo e descargas elétricas. Segundo especialistas, esses fenômenos tendem a se repetir até março, quando o outono começa. Além disso, os dias seguem mais longos que as noites, principalmente em regiões mais afastadas da linha do Equador.
Previsões climáticas para 2026
Para o início de 2026, a previsão indica temperaturas acima da média em grande parte do Brasil, sobretudo na região central do país. Além disso, os modelos climáticos apontam chuvas acima da média no Norte e no Rio Grande do Sul.
Por outro lado, são esperados volumes menores de chuva em áreas do Nordeste e em partes de Tocantins, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Portanto, o verão 2025/2026 deve combinar calor intenso com períodos de instabilidade em diversas regiões do país.