Chuva provoca alagamentos em Cachoeira Paulista e Lorena

Chuva provoca alagamentos em Cachoeira Paulista e Lorena
Fotos: Reprodução / O Lorenense / @francinevit, @rodrigocarneirofl

A chuva forte que caiu na noite desta quarta-feira (03), no Vale do Paraíba provocou alagamentos temporários em Cachoeira Paulista e Lorena, mas, apesar do susto, não houve feridos, nem desabrigados ou desalojados.

Em Cachoeira Paulista, três pontos chamaram a atenção. Primeiro, o cruzamento da Rua Bernardino de Campos com a Rua São Sebastião ficou tomado pela água. Em seguida, a Avenida 7 de Setembro também apresentou acúmulo, enquanto a Rua Carlos Pinto completou a lista de trechos afetados. Como os alagamentos foram passageiros, a Defesa Civil acompanhou a situação e confirmou que não houve danos maiores.

Já em Lorena, a cena se repetiu em diferentes bairros. De acordo com o balanço inicial, áreas como Vila Nunes, Vila Geni, Vila Hepacaré, Santo Antônio e até mesmo o centro registraram alagamentos rápidos. Mesmo assim, assim que a chuva perdeu força, a água começou a baixar. Por isso, não houve necessidade de resgate ou remoção de moradores.

Embora os dois municípios tenham enfrentado momentos de atenção, o monitoramento seguiu pelos agentes da Defesa Civil. 

Como o tempo na região costuma mudar de forma repentina, a orientação geral é que a população acompanhe os alertas da Defesa Civil e evite circular por áreas onde a água sobe com facilidade. Assim, todos conseguem se proteger melhor e evitar novos sustos quando as próximas pancadas atingirem o Vale.

La Niña: Defesa Civil faz alerta sobre chuvas e para ondas de calor no estado 

A Defesa Civil de São Paulo prevê um verão 2025/2026 mais quente que o normal, com temperaturas acima da média e possibilidade de ondas de calor superiores a 35 °C. A influência da La Niña deve reduzir o volume de chuvas no estado, embora episódios intensos ainda possam ocorrer por causa da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), especialmente no norte paulista.

Além disso, a distribuição das precipitações será irregular: dezembro tende a ficar dentro ou abaixo da média, janeiro pode registrar acumulados maiores e, a partir de fevereiro, o volume deve diminuir novamente. Mesmo com menor risco de fenômenos severos no verão, a Defesa Civil reforça a importância de acompanhar os avisos oficiais, já que mudanças bruscas no tempo podem ocorrer e exigir atenção da população.