
A Suzano, gigante do setor de celulose, abriu as portas de sua fábrica em Imperatriz (MA) para algumas das mais importantes emissoras, jornais e revistas do país, que acompanham a importância da sustentabilidade para o futuro das cidades no Brasil e no mundo. A Rádio CBN São José dos Campos e Vale foi um dos veículos convidados para conhecer como a empresa investe na preservação ambiental e em tecnologia na unidade maranhense.
A usina, responsável pela gestão de aproximadamente 530 mil hectares de plantio e reservas nativas, alia tecnologia de monitoramento, brigadas florestais e projetos sociais para prevenir incêndios, preservar a biodiversidade e garantir produção sustentável de celulose.

A operação da Suzano em Imperatriz combina 60% a 70% de áreas nativas e 30% a 40% de eucalipto, distribuídas por uma extensão de cerca de 700 km, abrangendo propriedades próprias, arrendadas e áreas de madeira de mercado e fomento. Para monitoramento e prevenção de incêndios, a empresa mantém:
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147 brigadistas distribuídos em 21 equipes, cada uma com cinco profissionais;
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21 caminhonetes de brigadas e 11 caminhões-pipa;
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Câmeras inteligentes, torres de monitoramento e sistema satelital OroraTech, que permite análise de vento, temperatura, umidade e propagação do fogo;
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Central de monitoramento 24h, responsável por identificar focos e acionar equipes em até 26 minutos.
Com essa estrutura, a Suzano informar que conseguiu reduzir drasticamente os impactos em 2025: apenas 96,7 hectares perdidos por incêndios, contra 6.997 hectares em 2024, representando uma redução superior a 98%. Cada ocorrência, em média, consumiu cerca de 4 hectares antes do combate.
Combate a incêndios e parcerias
A Suzano atua prioritariamente em suas áreas e também em propriedades vizinhas quando o fogo representa risco às comunidades ou áreas adjacentes. O Plano de Auxílio Mútuo (PAM) reúne empresas do setor florestal, fazendeiros e órgãos governamentais, promovendo ações conjuntas de prevenção e combate. Entre os parceiros estão empresas como Maity, Viena, SEST SENAT, VLI e Equatorial.
O combate florestal é realizado majoritariamente com sopradores e abafadores, técnicas que limitam a propagação do fogo, minimizam uso de água e preservam madeira e biodiversidade. Em casos mais críticos, recursos adicionais e profissionais especializados são mobilizados.
Preservação ambiental e reflorestamento
Quando incêndios atingem áreas de plantio de eucalipto, a Suzano realiza replantio e reaproveitamento de madeira, utilizando troncos íntegros ou queimados parcialmente para produção industrial ou geração de energia, evitando desperdícios. Em áreas de conservação, o manejo é focado na minimização de danos à biodiversidade, com monitoramento pós-incêndio para avaliar impacto sobre fauna e flora. Animais feridos são atendidos em parceria com o Ibama, que fornece treinamento e suporte para resgate.
Tecnologia e inovação
A Suzano utiliza câmeras inteligentes, que detectam e localizam focos de incêndio, integradas a um sistema de inteligência que identifica rapidamente os locais mais próximos para intervenção. O OroraTech, sistema de monitoramento via satélite, permite análises estratégicas de propagação e planejamento de combate, mesmo em áreas remotas.

Educação ambiental e projetos sociais
O projeto Guardião da Floresta promove educação ambiental e conscientização das comunidades locais, já tendo alcançado mais de 8 mil pessoas em 2025, muito acima da meta de 500. Além disso, a Suzano implementa brigadas indígenas, treinando e equipando cerca de 12 brigadas em quatro territórios indígenas, em parceria com o Ibama. Essas ações garantem preparo de populações locais e proteção de áreas de reserva próximas às operações da empresa.
A Suzano também promove educação ambiental em escolas da região, ensinando crianças e jovens sobre prevenção de incêndios e boas práticas de manejo da vegetação.
Resultados e impacto
Graças à integração entre tecnologia, brigadas especializadas, parcerias e projetos sociais, a Suzano consegue:
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Reduzir drasticamente perdas por incêndios;
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Preservar áreas nativas e plantios de eucalipto;
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Fortalecer a conscientização ambiental em comunidades e escolas;
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Promover economia circular com reaproveitamento de madeira e geração de energia;
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Apoiar outras regiões em casos de incêndios, como no Pantanal.
Com essa abordagem, a unidade de Imperatriz se torna um modelo de sustentabilidade industrial e responsabilidade socioambiental, equilibrando produção e preservação em uma região sensível como o Maranhão.